Vendas 2018

Estão à venda os seguintes livretos, em versão impressa e digital. Confira abaixo as sinopses, trechos e fotos!

Pontos fixos de venda em Campinas: Pizzaria Macunaíma (Rua José Martins, n.613, Distrito de Barão Geraldo) e Sebo Curupira (Rua Horácio Leonardi, n.36A, Distrito de Barão Geraldo). Valor: R$8,00.

Encomendas  e entrega via correio (valor do livreto+frete): dab@inventati.org. Valor: Você decide o valor dentro da faixa de preço:  R$ 8,00 -R$12,00.

Valores: Você decide o valor dentro da faixa de preço:  R$ 8,00 -R$12,00.

Encomendas impressas e digitais.  Entregas via correio (valor do livreto+frete): dab@inventati.org

1) “Características da Dominação no Patriarcado. Vol.1”. Março/2017. 16 pgs.
2) “Política: reflexões sobre o diálogo a partir de ideias anarquistas e feministas: Construção de relação e Processos de tomada de decisão”. Dez/2017. 13 pgs.
3) “Reflexões sobre Liberdade, Construção Coletiva e Comunicação”. Dez/2017. 12 pgs.

SINOPSES:

1) Características da dominação no patriarcado. Volume 1 *volume 2 em andamento!

Caderno de Textos Palavra e Meia n.1/Março de 2017. 16 pgs.

O patriarcado é o regime onde as mulheres não estão ou estão em pouca quantidade nos espaços de decisão coletiva da sociedade, sendo as decisões sobre os assuntos chave tomadas majoritariamente pelos homens. Como pensar as características cotidianas desse contexto? Que comportamentos, ações e ideias os homens colocam em prática e de que forma reforçam as estruturas patriarcais e as violências contra as mulheres?

2) Política: reflexões sobre o diálogo a partir de ideias anarquistas e feministas

Caderno de Textos Palavra e Meia n.2/Dezembro de 2017. 13 pgs.

Um dos aspectos que define uma sociedade é a construção coletiva da vida, através de grupos, seja em família, trabalho, círculo de amizades, movimentos sociais ou tomada de decisões em territórios amplos, como o bairro, a cidade, o país, e assim por diante. Muitas dinâmicas de convivência são possíveis. Os pensamentos anarquista e feminista propõe uma superação das hierarquias e da violência inerente à elas através da construção horizontal das relações. Alguns elementos são importantes, como a disposição ao diálogo, o reconhecimento da/o outra/o enquanto sujeito político, a convivência com as discordâncias, a maleabilidade das estruturas de organização rumo à uma constante revisão e melhora, a importância dos aspectos tanto subjetivos quando objetivos da realidade, o fluxo e acesso à informação entre todos, o desenvolvimento de assertividade, em especial entre mulheres, entre outros. Ao mesmo tempo é importante reconhecer as relações de violência e de poder recorrentes em todo agrupamento social, para que possam ser transformadas. Uma convivência democrática é possível? Nos disponhamos à ela.

3) Reflexões sobre liberdade, construção coletiva e comunicação

Caderno de Textos Palavra e Meia n.3/Dezembro de 2017. 12 pgs.

Dois ensaios compõe este livreto: “Reflexões sobre a liberdade” e “Oito pontos sobre a horizontalidade”. O primeiro é uma breve reflexão que conecta dois conceitos: escolha e liberdade. O segundo ensaio apresenta alguns pontos que orientam a construção coletiva de grupos que valorizam as relações horizontais entre as pessoas, ou seja, sem hierarquias. Através do processo, do fazer coletivo cotidiano, surgem questões práticas: unidade na diversidade, horizontalidade, espontaneidade, a relação entre indivíduo e coletivo, maleabilidade, tempo, prática, relação entre micro macro. Todos eles permeados pela reflexão sobre a comunicação.

TRECHOS:

“Pode-se pensar a relação entre indivíduo e coletivo a partir do parâmetro da oposição ou da complementariedade. Este último, apresenta possibilidades: sou um e sou também todos, na medida em que existo enquanto ser singular e também que me relaciono com um todo no qual estou inserido.” (Política: reflexões sobre o diálogo a partir de ideias anarquistas e feministas: Construção de relação e Processos de tomada de decisão).

“Pessoas se organizam em grupo a partir de diferentes formas. As metodologias de debate, comunicação, assim como a estratégia, ou seja, o plano mais amplo de ação, são diversas. É muito comum grupos se constituírem sem um debate inicial sobre estratégia e metodologia, juntando-se apenas pelo interesse comum em um assunto. Partindo de experiências diferentes, pessoas aplicam suas metodologias sem um debate prévio sobre o tema, truncando a comunicação e muitas vezes gerando grupos de poder que se aglutinam em torno à determinadas metodologias, seja por afinidade, seja por conceder autoridade à determinadas pessoas.” (Reflexões sobre Liberdade, Construção Coletiva e Comunicação).

“É de extrema importância refletir sobre a dominação do espaço sonoro, já que, uma das manifestações da ação política – a fala – é monopolizada pelos homens no patriarcado. Essa é, aliás,uma das definições de patriarcado: o regime social e político onde as mulheres estão fora dos
espaços de decisão, tanto na política formal quando na política cotidiana. A ação política é constituída de pessoas que se manifestam nos espaços coletivos, seja através da fala, da escrita, ou de qualquer forma de comunicação. Pensemos na fala como o meio dominante através do qual se faz política. Mulheres estarem fora dos espaços de decisão coletiva significa que sua voz, sua fala não é considerada socialmente relevante” (Características da Dominação no Patriarcado. Vol.1)